São 12,77 bilhões de doses comercializadas, totalizando a participação de 14,44% no mercado de medicamentos genéricos no país

Ao longo das últimas décadas, os medicamentos genéricos mudaram a forma como os brasileiros acessam tratamentos médicos. Presentes no cotidiano de milhões de pessoas, eles deixaram de ser apenas uma alternativa econômica e passaram a ocupar uma posição estratégica no sistema de saúde.

Dados da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos e Biossimilares (PróGenéricos), com base em informações da IQVIA, mostram o crescimento dos medicamentos genéricos no Brasil. Atualmente, a categoria representa cerca de 40% do mercado farmacêutico nacional e gerou uma economia estimada em R$ 14,6 bilhões para os brasileiros apenas nos primeiros meses de 2026. A expectativa é que o segmento alcance 45,12% de participação até 2030, com economia acumulada superior a R$ 630 bilhões ao longo da década. Em 2025, o setor registrou mais de 2,36 bilhões de unidades comercializadas, o que reforça a confiança da população nesses medicamentos.

A Prati-Donaduzzi acompanha a evolução do segmento com um portfólio voltado a diferentes especialidades terapêuticas — incluindo anti-inflamatórios, analgésicos, tratamentos para diabetes e doenças do Sistema Nervoso Central — e posição de destaque no mercado nacional de genéricos. A companhia ocupa a liderança em participação de doses no segmento, com 12,77 bilhões de doses comercializadas, sendo 6,91 bilhões com destinação institucional e 5,86 bilhões para farmácias. Totalizando a participação de 14,44% no mercado de medicamentos genéricos. Com atuação em todo o território nacional, a empresa está presente em mais de 71 mil farmácias e aproximadamente 48 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS), alcançando mais de 5.570 municípios brasileiros.

“Quando ampliamos o acesso aos tratamentos, ampliamos também qualidade de vida, prevenção e cuidado contínuo. Os medicamentos genéricos tiveram papel importante nessa transformação ao longo dos últimos anos e seguem contribuindo para que cada vez mais pessoas tenham acesso às terapias necessárias”, reflete Lucas Angnes, Gerente de Inteligência de Mercado e Comunicação da Prati-Donaduzzi.

Além do acesso, o fortalecimento do segmento acompanha investimentos em pesquisa, tecnologia e desenvolvimento industrial. O setor encerrou 2025 com mais de 2,36 bilhões de unidades comercializadas, consolidando uma trajetória de crescimento contínuo e reforçando a confiança dos pacientes nos medicamentos genéricos.

Segundo a PróGenéricos, aproximadamente 90% das doenças conhecidas já contam com opções terapêuticas disponíveis por meio de medicamentos genéricos, acompanhando a crescente demanda por tratamentos relacionados a doenças de alta prevalência, especialmente condições crônicas como hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares, condições que exigem acompanhamento contínuo e adesão ao tratamento ao longo da vida.

“Investir continuamente em pesquisa, tecnologia e desenvolvimento é essencial para para ampliar a capacidade produtiva, fortalecer a qualidade dos processos e responder às necessidades da população. Nosso compromisso é seguir avançando para entregar medicamentos seguros, eficazes e cada vez mais acessíveis aos brasileiros”, conclui Lucas.

 

Especialista da Prati-Donaduzzi explica sobre diferentes tipos de cefaleia e orienta sobre sinais que merecem investigação médica

A cefaleia (termo médico utilizado para definir diferentes tipos de dores de cabeça) pode impactar diretamente a qualidade de vida, produtividade, sono, relações sociais e saúde emocional. Mais do que um sintoma comum, ela também pode ser um importante sinal de alerta do organismo.

Segundo estudos publicados em 2025 nas revistas científicas The Lancet Neurology e The Journal of Headache and Pain, os distúrbios relacionados à cefaleia afetam aproximadamente 2,9 bilhões de pessoas no mundo, o equivalente a 34,6% da população global.

A enxaqueca, especificamente, atinge cerca de 14,1% da população mundial e é considerada uma das principais causas de incapacidade associadas a doenças neurológicas. Já a cefaleia do tipo tensional, mais comum e frequentemente associada ao estresse, apresenta prevalência de 24,9%.

Entender a dor é parte do tratamento

Segundo a neurologista Larissy Degani, que atua no setor de Prescrição Médica da Prati-Donaduzzi indústria farmacêutica, embora muitas pessoas utilizem termos como “dor de cabeça”, “cefaleia” e “enxaqueca” como sinônimos, existem diferenças importantes entre as condições. “A primeira classificação importante é diferenciar as cefaleias primárias das secundárias. As primárias não têm uma lesão cerebral ou uma causa orgânica que explique a dor. Já as secundárias acontecem em decorrência de alguma outra condição, como tumor, AVC ou traumatismo”, explica a médica.

As cefaleias primárias são as mais comuns e incluem principalmente a cefaleia tensional, a enxaqueca e a cefaleia em salvas. A tensional costuma ser aquela dor mais

constante, bilateral e associada ao desgaste do dia a dia. “Ela geralmente aparece após períodos de tensão, ansiedade ou estresse. É aquela dor chata, que pode surgir no fim de um dia cansativo ou até ao acordar”, explica Larissy.

Já a enxaqueca apresenta características mais intensas e incapacitantes. “Normalmente é uma dor unilateral, pulsátil, acompanhada de náusea, vômito e sensibilidade à luz e ao barulho. Diferente da cefaleia tensional, ela piora com atividade física”, destaca a neurologista.

Outro tipo menos comum, porém extremamente doloroso, é a cefaleia em salvas. Segundo a especialista, pacientes descrevem as crises como uma das piores dores que já sentiram. “É uma dor muito intensa, geralmente unilateral, acompanhada de sintomas como lacrimejamento, vermelhidão nos olhos e coriza. Os pacientes relatam que é uma dor insuportável”, afirma.

Apesar das diferentes causas e manifestações, os quadros de cefaleia possuem possibilidades de tratamento e a evolução dos medicamentos ampliou as opções terapêuticas disponíveis para pacientes que convivem com dores frequentes e incapacitantes. Analgésicos, anti-inflamatórios e medicamentos utilizados no sistema nervoso central (SNC) fazem parte das abordagens médicas, conforme cada caso.

 

Enxaqueca com aura

A aura é uma manifestação neurológica que pode surgir antes ou durante as crises de enxaqueca e provocar alterações temporárias, principalmente visuais e sensitivas. “Um dos sintomas mais comuns da aura são alterações visuais, como pontos brilhantes, visão embaçada ou perda da visão periférica. Algumas pessoas também podem sentir formigamento e até perda de força em um dos braços”, explica Larissy, que reforça que outros sintomas também podem estar associados ao quadro.

Gatilhos variam de pessoa para pessoa

Embora existam fatores frequentemente associados às crises de cefaleia, a neurologista ressalta que os gatilhos são muito individuais. O que desencadeia dor em

uma pessoa pode não provocar nenhum efeito em outra. Os mais comuns observados nos consultórios são estresse emocional, ansiedade, privação de sono, excesso de sono, desidratação e longos períodos sem alimentação. Cheiros fortes também aparecem frequentemente entre os relatos dos pacientes.

As alterações hormonais femininas possuem forte influência sobre as crises de enxaqueca. TPM, gravidez, amamentação e menopausa podem modificar completamente a frequência e intensidade das dores. “Tem mulher que nunca teve dor de cabeça e começa na gravidez. Outras deixam de ter na menopausa. É algo muito relacionado aos hormônios”, explica Larissy.

Saúde emocional x cefaleia

Além dos fatores físicos e hormonais, a saúde mental também desempenha papel importante no surgimento e manutenção das dores de cabeça. “O estresse e a ansiedade favorecem as crises, principalmente na cefaleia tensional. Mas o contrário também acontece: a dor crônica pode deixar a pessoa mais deprimida, mais melancólica. Muitas vezes vira um ciclo difícil de interromper”, afirma a neurologista.

Quando a dor de cabeça merece atenção?

Embora a cefaleia seja comum, alguns sinais exigem investigação médica. Crises muito frequentes, dores intensas e mudanças repentinas no padrão da dor devem servir como alerta. “Quando a pessoa começa a ter dor de cabeça toda semana, a ponto de atrapalhar o trabalho, a rotina ou deixar o paciente de cama, já merece uma avaliação mais cuidadosa”, afirma Larissy. “Uma dor muito forte e diferente do habitual também merece atenção para descartar causas secundárias, como alterações neurológicas mais graves”, conclui.

Unindo saúde, bem-estar e o espírito de comunidade, a Prati-Donaduzzi realizou no último domingo, 17 de maio, a edição do Motion Farma. O evento, que já se consolidou no calendário da indústria, reuniu um público expressivo de mais de 300 pessoas, entre colaboradores do grupo e seus dependentes, reforçando o lema da iniciativa: "Movimento que Transforma".

A programação esportiva foi diversificada para atender a todos os perfis, contando com a prova principal de corrida de 5km, além de caminhada e a Corrida Kids, que incentivou o esporte desde cedo para os filhos dos associados Serprati. O percurso teve como cenário a infraestrutura da própria empresa e arredores, proporcionando um ambiente seguro e de celebração.

"O Motion Farma vai além de uma competição; é uma celebração da nossa cultura de cuidado. Ver centenas de colaboradores e suas famílias reunidos em prol da saúde é a materialização do nosso compromisso com a qualidade de vida", destaca a equipe organizadora.

Os resultados finais e a expressiva adesão de participantes na categoria Kids e na corrida principal validam o sucesso da ação. A Prati-Donaduzzi apoia integralmente essa iniciativa por acreditar que o incentivo ao esporte e o suporte através da Serprati são pilares fundamentais para o desenvolvimento humano e para o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional de seus colaboradores.

Com o avanço dos medicamentos e tratamentos, promovidos por indústrias como a Prati-Donaduzzi, brasileiros chegam à terceira idade com mais autonomia e qualidade de vida 

O aumento da expectativa de vida transformou o envelhecimento da população brasileira e trouxe novos desafios para a saúde. Segundo as Tábuas de Mortalidade 2024, divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), a expectativa de vida no país chegou a 76,6 anos, o maior índice já registrado na série histórica iniciada em 1940. 

Nesse cenário, a geriatria ganha protagonismo ao oferecer um cuidado amplo e sistêmico, voltado não apenas para doenças isoladas, mas para a funcionalidade e o bem-estar do paciente. Para lembrar a importância desse especialista, a Prati-Donaduzzi comemora o Dia do Geriatra, celebrado em 16 de maio.  

Se há algumas décadas a maioria das pessoas não chegava à terceira idade, hoje é cada vez mais comum encontrar idosos ativos, independentes e com qualidade de vida. Segundo o geriatra Dr. Diogo Richter, o crescimento da especialidade acompanha justamente a evolução da medicina e dos tratamentos ao longo das últimas décadas. “A ideia da geriatria é ter um profissional que consiga lidar com todas as especialidades e integralizar esse cuidado, evitando interações medicamentosas e acompanhando tudo o que aparece com o envelhecimento”, explica Dr. Diogo. 

Além do tratamento das doenças, o foco da geriatria está na manutenção da autonomia e da funcionalidade do paciente idoso. “O geriatra não se preocupa apenas com as doenças. Ele busca manter o idoso independente pelo maior tempo possível e planejar esse envelhecimento com qualidade de vida”, ressalta. 

Acesso a medicamentos e tratamentos muda o cenário 

O especialista destaca que o acesso a medicamentos e tratamentos transformou completamente o perfil de saúde da população e contribuiu diretamente para o aumento da expectativa de vida.  

Nesse contexto, a indústria farmacêutica também exerce um papel importante ao ampliar o acesso da população a tratamentos para doenças crônicas e condições relacionadas ao envelhecimento. A Prati-Donaduzzi, por exemplo, possui um portfólio voltado a medicamentos utilizados no tratamento de doenças cardiovasculares, diabetes e condições do sistema nervoso central (SNC), comuns na população idosa. 

Segundo o médico, o tratamento adequado do diabetes foi um dos fatores que mais impactaram a longevidade da população. “O diabetes é uma das doenças que mais causam danos ao longo do tempo. O tratamento adequado mudou completamente a sobrevida desses pacientes”, completa. 

Desafios contemporâneos da geriatria 

Hoje, entre os desafios relacionados ao envelhecimento estão as doenças cardiovasculares, os cânceres e as demências, como Alzheimer e demência vascular. Ainda de acordo com o Dr. Diogo Richter, muitas dessas condições passaram a ser mais frequentes justamente porque as pessoas vivem mais. “As demências aparecem mais após os 60 anos. Antigamente havia menos casos porque as pessoas não chegavam a essa idade”, pontua. 

Para o especialista, o maior desafio da geriatria continua sendo promover mudanças de hábitos e garantir adesão aos tratamentos. “Mudar hábitos de uma pessoa que viveu 70 anos da mesma forma não é simples. Mas quando conseguimos organizar os tratamentos e evitar excessos de medicamentos, melhoramos muito a qualidade de vida desses pacientes”, conclui. 

Dando continuidade à sua temporada de 2026, a Orquestra Serprati convida o público para uma imersão sonora na identidade do país com o concerto "Brasilhando". Sob a batuta do renomado maestro Jean Reis, a apresentação celebra a riqueza da Música Popular Brasileira (MPB) com arranjos exclusivos que unem a sofisticação da orquestra de cordas ao balanço brasileiro.

O espetáculo, que acontece no dia 16 de maio, traz um repertório cuidadosamente selecionado para homenagear gigantes da nossa cultura, proporcionando uma experiência onde a música de concerto se torna próxima e vibrante, traduzindo sentimentos e paisagens do Brasil através das notas musicais.

Apresentando clássicos que atravessam gerações, rearranjados para destacar a técnica e a emoção dos músicos. Mantendo a tradição do projeto de democratizar a cultura de alta qualidade, o acesso ao concerto é totalmente gratuito, reforçando o compromisso social da instituição com a comunidade.

A Orquestra Serprati, composta por profissionais e novos talentos, une excelência técnica a um forte propósito educativo. O concerto é um convite para o público redescobrir as melodias que fazem parte da história do país sob uma nova perspectiva, celebrando o orgulho e a beleza da nossa música.

Viabilizada pela SERPRATI com o patrocínio da Prati-Donaduzzi, a orquestra é muito mais que um grupo de performance; é um projeto social e educacional que transforma vidas através do ensino gratuito de instrumentos.

Com uma trajetória de sucesso e apresentações previstas para o ano todo, o grupo promove o desenvolvimento artístico e a cidadania, servindo como referência cultural e educacional.

Evento: Concerto "Brasilhando" (Orquestra Serprati).

Data: 16 de maio de 2026.

Horário: 20h

Local: Teatro Municipal de Toledo

Entrada: Totalmente gratuita